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A CODIMM é uma Coordenadoria Estadual vinculada e subordinada à Secretaria de Estado da Segurança Pública e Defesa Social do Rio Grande do Norte - SESED, responsável pela coordenação, articulação e fiscalização dos serviços, programas e ações para a mulher e minorias, e pela elaboração de projetos de novos serviços e programas no âmbito da Segurança Pública.

Entre os serviços e programas que coordena estão as
Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher- DEAMs, SOS Mulher e Disque - Defesa Homossexual (DDH) estes serviços funcionam 24 horas por dia e 7 dias por semana, o Programa educativo "Mulheres pela Vida" e o Programa "Porta da Cidadania".

Este é um espaço para apresentar nossos serviços, socializar informações, compartilhar notícias. Queremos dialogar com vocês, portanto, podem sugerir, dar opinião, criticar, perguntar e DENUNCIAR. Nos dará um grande prazer A SUA PARTICIPAÇÃO. Estejam à vontade para postar seus comentários!

Rua Jundiaí, 388 - Tirol, Natal/RN - Fone (84) 3232-7089/7087/7088.

E-MAIL: codimmsesed@rn.gov.br


quinta-feira, 14 de abril de 2011

PROGRAMA DE TREINAMENTO CODIMM 2011





No último dia cinco (05) de abril, com a supervisão da Coordenadora Erlândia Passos, a Coordenadoria da Defesa dos Direitos da Mulher e das Minorias através do programa Mulheres pela Vida, realizou com seus funcionários o PROGRAMA DE TREINAMENTO 2011, implementado através de um planejamento feito pela equipe técnica da própria Coordenadoria de acordo com as necessidades e perfil dos participantes e ainda da instituição, visando assim, uma melhoria no relacionamento interno e externo da instituição, elevar o nível de conhecimento e motivação dos funcionários acerca das suas funções, destacando seu papel de funcionário Público como agente transformador da relações entre público e instituição. O conteúdo do treinamento foi adequado dentro dos seguintes pilares: transmissão de informação, desenvolvimento de habilidades, modificação de comportamentos e desenvolvimento de conceitos. Tudo distribuídos em uma programação que envolveu a quebra de paradigmas, aprimoramento do trabalho em equipe, exercício da boa comunicação e principalmente a integração dos diferentes setores da Coordenadoria.

sexta-feira, 4 de março de 2011

DIA INTERNACIONAL DA MULHER

História do 8 de março

No Dia 8 de março de 1857, operárias de uma fábrica de tecidos, situada na cidade norte americana de Nova Iorque, fizeram uma grande greve. Ocuparam a fábrica e começaram a reivindicar melhores condições de trabalho, tais como, redução na carga diária de trabalho para dez horas (as fábricas exigiam 16 horas de trabalho diário), equiparação de salários com os homens (as mulheres chegavam a receber até um terço do salário de um homem, para executar o mesmo tipo de trabalho) e tratamento digno dentro do ambiente de trabalho.

A manifestação foi reprimida com total violência. As mulheres foram trancadas dentro da fábrica, que foi incendiada. Aproximadamente 130 tecelãs morreram carbonizadas, num ato totalmente desumano.

Porém, somente no ano de 1910, durante uma conferência na Dinamarca, ficou decidido que o 8 de março passaria a ser o "Dia Internacional da Mulher", em homenagem as mulheres que morreram na fábrica em 1857. Mas somente no ano de 1975, através de um decreto, a data foi oficializada pela ONU (Organização das Nações Unidas).


A CODIMM e o Dia Internacional da Mulher
A Coordenadoria da Defesa dos Direitos da Mulher e das Minorias - CODIMM é uma instância governamental inserida na Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social. Desde 2004 à CODIMM tem a missão de defender as mulheres e as minorias, através de seus programas de educação e combate ao preconceito e a violência doméstica. A CODIMM é composta de equipe multidisciplinar que zelam pela qualidade no atendimento, como também em atender com eficiência e eficácia todos aqueles que procuram o amparo ou a orientação de nossos serviços.

Neste dia Internacional da Mulher em especial, a CODIMM intensifica seu trabalho de todos os dias em prol de divulgar, esclarecer e conscientizar a população feminina sobre a necessidade de combater a violência doméstica e social contra a mulher. Para tanto a Sr. Francisca Erlândia Mendes Moreira Passos, coordenadora da CODIMM, inicia sua gestão de 2011 reforçando os quadros profissionais desta Coordenadoria, com o objetivo de redobrar o atendimento cidadão através dos nossos serviços telefônicos como o SOS Mulher / Idoso e Disque Defesa Homossexual, serviços de atendimento individual com as nossas assistentes sociais, entre outros tantos serviços de orientação, mediação de conflitos e encaminhamentos feitos em nosso dia a dia.

É neste Espírito de cooperação e trabalho que a equipe da CODIMM inicia 2011 a partir do Dia Internacional da Mulher com o propósito de ser uma força auxiliar na promoção da justiça e da cultura de paz em nosso Estado.

terça-feira, 1 de março de 2011

CONGRATULAÇÃO A NOVA COORDENADORA DA CODIMM


 
            A Equipe da CODIMM vem através desta nota cumprimentar e congratular a Srª Francisca Erlândia Mendes Moreira Passos por sua condução ao honroso cargo de Coordenadora da CODIMM.
           Queremos externar a nossa certeza de que, com suas experiências e reconhecidas qualidades morais e intelectuais desempenhará, com segurança e eficiência, uma administração firme e bem orientada.




A GOVERNADORA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE, no uso de suas atribuições constitucionais,



R E S O L V E nomear FRANCISCA ERLANDIA MENDES MOREIRA PASSOS para exercer o cargo de provimento em comissão de Coordenador da Defesa dos Direitos da Mulher e das Minorias, da Secretaria de Estado da Segurança Pública e da Defesa Social.

Palácio de Despachos de Lagoa Nova, em Natal, 16 de fevereiro de 2011, 190º da Independência e 123º da República.
ROSALBA CIARLINI ROSADO
Aldair da Rocha

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Colunista do Estado de Minas faz apologia à violência contra a mulher



Em nota, a Secretaria de Políticas para as Mulheres repudia a atitude tomada pelo colunista Eduardo Reis, em sua coluna "Tiro e queda"

A nota, publicada pelo colunista na última quinta-feira, dia 20 de janeiro, intitulada"Confirmação", afirma o seguinte: "Os 30 anos da morte de Nelson Rodrigues, em dezembro passado, serviram para confirmar sua lição de que toda mulher gosta de apanhar. mulher normal, bem entendido, sempre que possível muito bonita. Se não fosse verdade, como explicar a atração que modelos e atrizes sentem pelo jovem Dado Dolabella? O rapaz bate, xinga, arranha o carro da gata, que se queixa à delegacia da mulher baseada na Lei Maria da Penha.  Não é mais simples arranjar namorado que não espanque? Aparentemente, sim, mas deve existir qualquer bizu em ser espancada. Não por acaso, Florbela Espanca é de uma das mais festejadas poetisas da língua. É dela a frase: "É pensando nos homens que eu perdoo aos tigres as garras que dilaceram". E a sugestão vai de graça para o doutor Dolabella: deixe crescer as unhas e dilacere. Vai fazer o maior su."
O texto da SPM repudia a atitude do jornalista e exige retratação, afirmando que o colunista utilizou seu papel de formador de opinião para prestar um desserviço à sociedade, tendo em vista que suas colocações "enfraquecem e desqualificam uma história de enfrentamento à violência doméstica, cujo ponto alto é a entrada em vigor da Lei Maria da Penha, em 2006".

Confira abaixo, o texto completo da Nota de Repúdio da SPM:
A Secretaria de Políticas para as Mulheres (SPM) repudia e exige retratação para a atitude do jornalista Eduardo Reis que, na coluna "Tiro e queda", do jornal Estado de Minas desta quinta-feira (20/1), publicou nota (intitulada "Confirmação") de apologia à violência contra a mulher. De acordo com o texto, "Os 30 anos da morte de Nelson Rodrigues, em dezembro passado, serviram para confirmar sua lição de que toda mulher gosta de apanhar (...) E a sugestão vai de graça para o doutor Dolabella: deixe crescer as unhas e dilacere. Vai fazer o maior su".
A nota viola os direitos humanos, o artigo 287 do Código Penal (que proíbe fazer, publicamente, apologia de fato criminoso ou de autor de crime), a Lei Maria da Penha e os Tratados e Convenções Internacionais referentes aos direitos das mulheres. Para a SPM, é lamentável que um colunista use seu papel de formador de opinião para prestar um desserviço à sociedade. O Brasil e as mulheres brasileiras não podem mais tolerar colocações como essas que enfraquecem e desqualificam uma história de enfrentamento à violência doméstica, cujo ponto alto é a entrada em vigor da Lei Maria da Penha, em 2006. A SPM lembra ao colunista Eduardo Reis que ninguém gosta de apanhar e de receber maus-tratos e que uma vida sem violência é um direito de todas as mulheres. Quando uma mulher apanha, deve saber que está sendo vítima de um crime que pode e deve ser punido com rigor. A SPM lembra, também, que a mulher em situação de violência pode recorrer à Central de Atendimento à Mulher - Ligue 180. Serviço, gratuito e disponível todos os dias da semana, criado pela Secretaria para evitar que mulheres sofram violência, inclusive verbal, como a expressa pelo colunista.
Assessoria de Comunicação/SPM

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Ministério da Justiça promoveu II Seminário Nacional de Segurança Pública para LGBT no Rio de Janeiro

 Portal Brasil

A Secretaria Nacional de Segurança Pública do Ministério da Justiça (Senasp/MJ), por meio do Grupo de Trabalho de Combate à Homofobia, promoveu o “II Seminário Nacional de Segurança Pública para LGBT: Pela Defesa da Dignidade Humana”. O evento foi realizado, de segunda (8) a quinta-feira (11), no Rio de Janeiro (RJ).
Participaram do encontro 240 representantes dos órgãos de segurança pública e da sociedade civil de todo o País. O objetivo foi a construção de Planos Estaduais de Segurança Pública para a População Vulnerável de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (LGBT).

Estudiosos e pesquisadores apresentaram suas produções acadêmicas sobre segurança pública, violência homofóbica, tráfico de travestis e redução de danos. Algumas dessas pesquisas são fomentadas por instituições conveniadas à Secretaria de Direitos Humanos (SDH) e à Senasp, por meio da Rede Nacional de Altos Estudos em Segurança Pública (Renaesp), projeto de educação permanente voltado aos profissionais de segurança pública.

Nos meses que antecederam o seminário, o Grupo de Trabalho de Combate à Homofobia visitou delegacias especializadas e centros de referência nos estados do Rio de Janeiro, Piauí, São Paulo, Sergipe e Paraíba, com o objetivo de reunir informações sobre o atendimento ao público LGBT, verificar as boas práticas na área e fomentar políticas públicas de combate e prevenção à homofobia em todo o Brasil. O resultado das visitas técnicas servirá de base para os debates do evento.

Fonte:

Ministério da Justiça

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Idoso é encontrado morando em bueiro

Cidades


Edição de quinta-feira, Diário de Natal, 28 de outubro de 2010

Fernanda Zauli // fernandazauli.rn@dabr.com.br



Um idoso foi encontrando na última segunda-feira vivendo em condições subumanas dentro de um bueiro localizado na marginal da BR-101, na altura de Emaús. Francisco Alfredo da Silva, de 64 anos, é ex-presidiário, esquizofrênico e a família não tinha notícias dele há seis meses. A Coordenadoria da Defesa dos Direitos da Mulher a das Minorias (Codimm) chegou até Francisco após uma denúncia feita ao SOS Mulher/Idoso.
                  A equipe da Codimm achou o homem na região de Emáus, em Parnamirim. De acordo com a coordenadora do Codimm, delegada Rossana Pinheiro, uma pessoa ligou dizendo que um homem estava morando em um bueiro há alguns dias e, assim que foi encontrado pela equipe da Codimm, foi levado para atendimento médico no posto de saúde de Cidade Satélite, e em seguida encaminhado ao abrigo Juvino Barreto. Ele não sabia informar se tinha parentes e onde os familiares moravam. Para acelerar o processo de encontrar a família de Francisco a delegada teve a inciativa de mandar uma foto dele para uma emissora de televisão. A foto foi veiculada nomesmo dia e ainda na segunda-feira a família entrou em contato para buscar o idoso.
                  Segundo a delegada, no primeiro contato, a família informou que Francisco matou a esposa em 1997 quando foi acometido por um surto da esquizofrenia. Ele cumpriu uma parte da pena e estava solto há cerca de um ano, mas há pelo menos seis meses a família não tinha notícias dele. Rossana Pinheiro ressaltou que a situação oferecia riscos a ele e à sociedade. "Imagine se ele tivesse um surto, ele poderia atacar alguém, ser violento, e talvez até cometer um outro crime", disse a delegada. Francisco foi levado para o município de Várzea, a 76km da capital potiguar, para morar com uma de suas filhas. Ele será submetido a um acompanhamento psiquiátrico com o intuito de impedir a evolução da doença mental.

Serviço

As denúncias podem ser feitas através do SOS Mulher/Idoso- telefone 0800.281.2336
 
Extraído do Jornal  Diário de Natal de 28 de outubro de 2010

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Idosos em situação de violência - Como identificar

A violação dos direitos dos idosos (pessoas acima de 60 anos) afeta de forma significativa a população idosa. Segundo a Política Nacional do Idoso, nenhum idoso poderá ser objeto de negligência, discriminação, violência, crueldade ou opressão. Apesar disso as mais variadas modalidades de violência contra idosos acontecem, mas são pouco denunciadas, pois geralmente ocorrem dentro da própria casa e são cometidas pelos próprios cuidadores dos idosos e parentes mais próximos, como filhos (as), netos(as), genros e noras.
           Muitos idosos sofrem calados com medo de ser abandonados. Temem se separar de seus cuidadores, com quem muitas vezes estabeleceram uma relação de afeto e dependência. Temem, ainda, serem levados dos seus lares para instituições de longa permanência, razão pela qual muitos negam que sofrem violência. Por essa razão devemos ficar atentos.

Veja como identificar alguns tipos de violência:

Violência física: Existência de contusões, queimaduras ou ferimentos inexplicáveis. Ex: marcas de corda, ataduras ou contenção nos punhos e tornozelos, ausência de cabelo ou pêlo traumática ou edema de couro cabeludo. Ou seja, Presença de lesões sem explicações compatíveis.

Violência psicológica: O idoso pode apresentar comportamentos estranhos, como: chupar dedos, embalar-se, transtornos neuróticos e de conduta.

Violência sexual: O idoso pode apresentar lesões, coceira, sangramento, dor, na região anal ou genital, doenças sexualmente transmissíveis, corrimentos, manchas ou sangramentos nas roupas íntimas.

Negligência: O idoso pode apresentar desidratação ou desnutrição, higiene precária, vestuário inapropriado ao clima/ambiente, escaras, assaduras ou escoriações ou prisão de ventre.

Abuso financeiro: Pode-se verificar que algumas necessidades e direitos não estão sendo atendidos tais como: compra de medicamentos, alimentação especial, contratação de ajudantes, o dinheiro da aposentadoria ou pensão do idoso estar sendo utilizado pela família para outros fins que não o dele próprio (idoso).

Para ajudar na identificação de situações de violência é bom estar atento às seguintes manifestações:

  • Constatação de abandono ou ausência de cuidador durante longos períodos.

  • A existência de uma demanda elevada aos serviços de saúde, especialmente de urgência, ou ao contrário, retardo na busca de atendimento médico quando necessário.

  • Ansiedade dos familiares ou cuidadores durante as visitas domiciliares ou hospitalizações.

  • Discordância entre a história contada pelo paciente e a relatada pelos responsáveis ou cuidadores.

  • Achados radiológicos e laboratoriais incompatíveis com a história do paciente ou relato dos cuidadores.

  • O idoso demonstrar medo do seu responsável.

  • O idoso apresentar quadro de depressão. E as respostas dadas ao ser perguntado sobre algo, geralmente são vagas e confusas.
Extraído da Cartilha do Idoso- CODIMM-SESED/RN












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